Stellantis prometeu mudanças.
Eles estavam falando sério. Mais de cem veículos novos ou atualizados chegarão em breve. Marcas americanas? Todos eles. Para Dodge, a joia da coroa não é apenas uma renovação, é uma ressurreição. Chame-o de Copperhead.
Pense em “Viper”, mas mais jovem.
Carro e Motorista viram. É longo. Baixo. Elegante.
A base parece ser o Carregador, fortemente modificado. Grita por ar. Há um duto S no capô, enorme e protuberante, engolindo o fluxo de ar antes de cuspi-lo. As aberturas de ventilação estão por toda parte. Atrás das rodas traseiras, eles esfriam os freios que precisam ser resfriados porque este carro não é um sussurro. Ele ruge.
A parte de trás conta a história real. Uma enorme asa traseira. E dicas de escapamento. Pontas de escape duplas, salientes e agressivas.
Essa é a resposta.
Este não é um VE.
Dodge ainda não deu detalhes, mas o silêncio sobre esse assunto geralmente significa uma coisa: um motor de combustão.
Provavelmente um V-8.
Talvez mais?
Dodge poderia usar o truque do “Ram 1500 TRX” – vários motores para vários gostos. O Rumble Bee sugeriu esse manual. Pode ser que repita aqui. Ainda não sabemos.
Mas o nome? Velha escola.
Trinta anos atrás, Dodge usou Copperhead para um conceito destinado a ficar sob o Viper. Abaixo do predador de ápice. Desta vez, é o ápice. Eles colocaram um distintivo de cobra para garantir que você não esquecesse quem eles são.
Por que se contentar com um fantasma?
A Stellantis está investindo bilhões nesses modelos. A Dodge não está se voltando para sedãs enfadonhos. Eles estão alimentando os famintos. Os compradores queriam músculos, então Dodge lhes deu metal. A liderança parece finalmente entender o memorando. O desempenho não é mais opcional. É a identidade.
O que acontece quando ele realmente se move?
Esperamos.
O roteiro está traçado, mas o destino é sempre o mesmo. Rápido.





























