O Pontiac Trans Am 1985 parou de tentar ser educado. Ele trocou sua pele educada por uma postura mais agressiva, lançando um pacote aerodinâmico expandido que definiu sua época. Se você olhar o perfil de frente para trás, o carro estava visivelmente mais cônico do que antes. Mas não se tratava apenas de parecer malvado. O design incluía faróis de neblina, um capô com venezianas e um spoiler traseiro opcional em estilo de asa. Esse spoiler ficou mais baixo, criando uma aparência mais integrada em vez de um complemento volumoso.
Sob o capô, a escolha se resumiu a três variações do V-8 de 305 cilindradas. Você poderia ir com uma configuração com carburador. Isso deu a você 165 cavalos de potência ou a versão L69 de alto rendimento, que gerou 190 cv. Esses motores carburados tinham flexibilidade. Você pode combiná-los com um manual de cinco velocidades ou um overdrive automático de quatro velocidades.
Ou você pode adotar o novo V-8 com injeção de porta sintonizada (TPI). A Pontiac pegou emprestada essa tecnologia do Corvette. Ele entregou 205 cavalos de potência. Houve um problema, no entanto. A versão com injeção de combustível só vinha com transmissão automática. Não há opções manuais para o mecanismo de primeira linha.
Manuseio e a opção WS6
O novo visual aerodinâmico não foi a única mudança. Pontiac ajustou o passeio e o manuseio em geral. A edição especial do Recaro acabou. Em seu lugar, o Trans Ams poderia ser encomendado com o pacote de suspensão WS6. Isso deu a você pneus “Gatorback” de 16 polegadas. Isso tornou o carro mais rígido para aqueles que realmente se importavam com as curvas.
O acabamento S/E não ficou para trás. Também ganhou potência. Ele recebeu um capô com venezianas, gráficos atualizados e novos painéis dianteiro e traseiro. Você poderia especificar um S/E com o V-8 de 165 cv se quisesse economizar dinheiro.
Por dentro, a cabine passou por algumas atualizações. Firebirds ganhou um painel de instrumentos eletrônico opcional. Os controles do ar condicionado foram reformulados. O novo acabamento interior e a acústica melhorada fizeram com que a cabine parecesse menos uma caixa barata.
Os números de produção contaram uma história de instabilidade. As vendas do Firebird caíram em 1983. Atingiram o máximo de uma década em 1984. Depois caíram novamente em 1985. Apesar da queda, o Trans Am continuou a ser a estrela. Foi responsável por 46 por cento da produção total do Firebird.
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Avaliações do Firebird pelo Guia do Consumidor
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